Regina de Barros é paulista, nasceu em 1971. Artista Plástica formada pela faculdade de Belas Artes em São Paulo, no ano de 1997. Conclui em 2006, Licenciatura em Artes Plásticas pela mesma faculdade, ”FEBASP”. Teve aulas com José Resende, Flávia Ribeiro, Luís Hermano, em 1999 e 2000. Dividiu atelier com Geórgia Kyriakakis de 1999 à 2001. Participou da Cooperativa de Artistas Visuais do Brasil 2001 à 2009.

Principais exposições: “Oxigênio”2009 à 2016”, “OFF Bienal 2009 e 2010”, “APM 2009”, “Chapel Art Show 2005 à 2011” “, “Argentina 2006”, “Art du Bresil”, França 2005, Primeiro Salão Aberto de São Paulo, Paralelo à Bienal 2004, Coletiva no MAC “Olhares Impertinentes”2004, Coletiva MUBE “Uma Homenagem a Ianelli”2004, Espaço Jú Corte  Real 2004, Galeria de arte - Valu arte 2003, Projeto 23 - exposição de “ outdoor”na av. 23 de maio, organizada pelo “ Centro Cultural São Paulo “ e “Novelli Imagem”2000. Vem desenvolvendo intervenções urbanas de 2008 à 2018. 

Esculturas Permanentes: Sesc Belenzinho-2011, Faculdade Unimep de Piracicaba-2000.

Prêmios: Menção Honrosa no 53° Salão Paulista de Belas Artes da Secretaria de Estado da Cultura do Governo de São Paulo, 25/01/2002.

 

O Bailado do Deus Morto foi o vencedor em primeiro Lugar no festival de vídeo (IDI) FEST 2014 na Itália! Ficaram 3 finalistas e ganhamos o 1 Lugar por unanimidade dos jurados!

Atua na área do audiovisual em criação, direção de arte e cenografia para filmes publicitários e eventos corporativos. Desenvolve esculturas em várias escalas e formatos, para espaços público e privado.   Na área da educação, ministra aulas de arte e oficinas em eventos e empresas e em seu atelier. 

Em seu trabalho autoral, investiga as tensões físicas e conceituais de diversos assuntos e materiais.  Os elementos que sempre estão presentes em sem trabalho são: a linha, a repetição, o padrão, a continuidade e descontinuidade, a maleabilidade e rigidez, tensão, contrastes, desconstrução de processos, a cor ou o monocromático e transparência. Seja na poesia das esculturas em metal, ou na desconstrução do tecido, ou ainda na construção das suas fotografias, ou suas fábulas nas animações, reflexão, crítica e humor, sempre estão presentes.

Por existir elementos como desconstrução e tensão, isso ocorre no próprio devir artístico, onde um suporte é negado em detrimento de outro para que o novo sempre possa surgir. É preciso espaços de processos de pensamentos e feitura, para que outros surjam, e para que todos as suas obras, sempre estejam vivas!

Em um primeiro momento esculturas moles, porém mais estruturadas com o metal, em um segundo momento tudo isso é negado para ser desconstruído, desmaterializado, em uma investigação do etéreo, do vazio, para ser trabalhado com linhas mais sensíveis e menos estruturadas que o metal, a linha na trama do tecido. Na fotografia também é possível observar os mesmos elementos, acumulo, desconstrução, linha, repetição, porém em outro território, totalmente diferente, enfim, o processo do fazer artístico está presente em todos os suportes apresentados pela artista.

Editora e diretora da revista digital de arte contemporânea “Ottica Art Magazine!", criada e idealizada por ela e pelo fotógrafo e videomaker Fernando Rozzo. A revista é feita a quatro mãos, desde a direção de arte, projeto gráfico, criação editorial, captação de imagem, textos e produção. Realizou trabalhos fotográficos para o Instituto José Resende, trabalhos estes que foram utilizados na "Edição Especial da Ottica Art Magazine!", publicação destinada aos Museus, Institutos, Centros Culturais e Galerias.

Regina de Barros